Curso de Graduação em Cinema
  • Oficina: COMO FAÇO PARA ENCAMINHAR UM PROJETO ARTÍSTICO?, ministrada por Andréa Müller.

    Publicado em 13/11/2018 às 14:40

    O projeto de extensão: Perspectivas para uma carreira nas Artes Cênicas apresenta a oficina: COMO FAÇO PARA ENCAMINHAR UM PROJETO ARTÍSTICO?, ministrada por Andréa Müller.

    19 a 21 de novembro de 2018, das 14 h às 17h30.

    15 vagas (aberto ao público em geral).

    É preciso levar um notebook para a oficina.

    Inscrições gratuitas pelo e-mail: rafaelmarquesary@gmail.com ou pelo WhatsApp 48 99695-6275

     

    Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/2064847070213392/

     

     

    CRONOGRAMA

    Apresentação

    Existem muitas dúvidas e muito trabalho a fazer na hora de produzir um material artístico e encaminhá-lo às instituições e aos editais de cultura.

    Esta oficina pretende, por meio de uma vivência prática, instruir os participantes na preparação e apresentação de suas propostas artísticas, orientando-os a elaborar releases, a organizar as documentações para contratação, a construir uma planilha de custos justa e a vivenciar uma prática de apresentação de venda.

     

    Estrutura

    A oficina será dividida em três módulos práticos.

     

    Primeiro módulo:

    O trabalho do outro lado. O que faz o meu interlocutor / contratante?

    As relações profissionais bem-sucedidas são aquelas em que todos os envolvidos dominam os processos para a realização do trabalho.

    Neste módulo serão apresentadas as expectativas do contratante. Quais as suas necessidades e qual o seu “time” para a seleção e contratação de uma atividade artística.

    Exercício prático

    Criação de release. Como elaborar esse documento?

    Um release pode ser criado de diversas maneiras e com diversos formatos. Mas algumas informações são essenciais para o interlocutor / contratante. Neste primeiro módulo os alunos serão orientados com exercícios práticos a falarem de seus trabalhos de forma clara e objetiva

     

    Segundo Módulo:

    Custo do trabalho. Como precificar?

    Esta etapa da preparação do material é importantíssima. As propostas financeiras revelam o nível de profissionalização do grupo e do seu produto. É importante que cada colaborador seja remunerado justamente. Para isso é necessário conhecer os parâmetros que norteiam os custos relativos aos trabalhos artísticos, assim como os encargos e impostos.

    Documentação para contratação – Como obtê-las?

    As instituições de cultura são fiscalizadas e auditadas por diversos órgãos e respondem juridicamente por todas as atividades que realizam. Por essa razão, exigem uma documentação rigorosa que fará parte do processo de contratação. Essa documentação precisa ser apresentada corretamente e no prazo estipulado. Os alunos serão orientados sobre como obtê-la e organizá-la em seu portfólio.

     

    Terceiro módulo:

    Reunião para apresentação do projeto. Como conduzi-la?

    A última etapa do trabalho será de apresentação e avaliação do material produzido nos módulos anteriores. Por meio de uma simulação, cada participante responsável pela venda do projeto terá um tempo definido para apresentar sua proposta de trabalho. Após as apresentações, serão sinalizados os pontos positivos e os que precisam melhorar.

     

    Andréa Müller é Artista Plástica, Produtora Cultural, Atriz e performer.

     

    Na década de 90, residindo em São Paulo, formou-se em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Frequentou a Escola Circo Picadeiro, cursou teatro no INDAC Escola de Atores – SP e participou do CPT – Centro de Pesquisa Teatral, coordenado pelo diretor Antunes Filho.

    Ainda neste período, ingressou na empresa SESC – Serviço Social do Comércio, onde trabalhou por 23 anos, atuando como Arte Educadora e como Programadora Cultural nas áreas de cinema, teatro, dança, literatura, música e outras linguagens.

    Em 2017 criou a performance Coragem, que trata do empoderamento feminino e da educação de gênero. Esse trabalho teve sua estreia em Nova Delhi, Índia, a convite da ONG Humans for Humanity, sendo.apresentado nas universidades Miranda House e Amity Institue of Social Sciences.

    Em 2018 criou a performance “Temporalidade”, inspirada em aspectos dos trabalhos dos filósofos Didi Huberman.e Friedrich Nietzsche, para apresentação no curso de Filosofia e Psicanálise, ministrado pelo Prof. Dr. João Bosco Millen, em Barra Mansa- RJ.

     

    PERSPECTIVAS PARA UMA CARREIRA NAS ARTES CÊNICAS

    O projeto tem como objetivo aproximar os alunos do curso de graduação em artes cênicas da realidade do mercado de trabalho. Há uma percepção de que a carreira em artes cênicas é difícil e o mercado, quase inexistente. Dessa forma, o projeto tem o intuito de abrir a discussão com a comunidade externa e interna sobre a necessidade de conhecer o que existe e criar o que for necessário para o crescimento desse mercado, propiciando para os formados uma possibilidade de carreira. Para tanto, vale lembrar que a carreira nas artes cênicas se configura como uma carreira de um profissional liberal, logo a criatividade não deve se limitar apenas ao campo da criação artística, deve estar presente também nas estratégias para viabilidade econômica.

     

     


  • Convite para sessão de A hora e a voz da mulher no cinema – Amanhã 06/11

    Publicado em 05/11/2018 às 19:05

    O projeto de extensão “A hora e a voz da mulher no cinema”, coordenado pelas professoras Alessandra Brandão (UFSC) e Ramayana Lira (UNISUL), apresenta, pela primeira vez em Santa Catarina, o filme Burkinabè rising: a arte da resistência em Burkina Faso, dirigido por Iara Lee, realizadora e ativista brasileira radicada em Nova Iorque, e também fundadora do Cultures of Resistance Network.

    O documentário aborda o universo de resistência através da arte e da vida comum na Burkina Faso do presente, considerando, no contexto histórico atual, as formas de engajamento que são em muito inspiradas e mobilizadas pelo espírito ativista do líder revolucionário Thomas Sankara, assassinado em 1987. No mês em que se comemora no Brasil o Dia Nacional da Consciência Negra, o filme de Iara Lee oferece uma poderosa imagem da cultura burquinense, em que a música, o cinema, o grafite, a poesia, a arquitetura e mesmo a agroecologia se articulam, projetando para o mundo a força que emerge do entrelaçamento entre a arte e a vida em comum.

    O evento contará com a presença das professoras Miriam Pillar Grossi (UFSC) e Ramayana Lira de Sousa (UNISUL) como debatedoras. A sessão é gratuita e aberta a todo o público.

    Filme: Burkinabè rising: a arte da resistência em Burkina Faso
    Título original: Burkinabè Rising: the art of resistance in Burkina Faso

    Direção: Iara Lee
    Ano: 2018
    Duração: 71minutos
    Gênero: Documentário.

    Data: 06/11/18
    Horário: 19h
    Local: CIC – Sala de Cinema do CIC – Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica, Florianópolis – SC, 88025-201.

    Link para a programação na página do CIC:
    http://www.cultura.sc.gov.br/programacao/tipo/cinema/473-filme-burkinabe-rising-a-arte-da-resistencia-em-burkina-faso?date=2018-11-06-19-00


  • Férias – secretaria de cinema

    Publicado em 11/10/2018 às 18:29

    Informamos que a secretaria de cinema estará atendendo de forma reduzida nas próximas semanas – do dia 15 à 29 de outubro – por conta de férias.

    O atendimento será realizado às segundas, terças e quartas no período da manhã (8h-12h) e às terças e quintas no período da tarde (14h-18h).

    Agradecemos a compreensão.


  • Data alterada: EXTRA [CINE] estreia nesta terça, dia 9

    Publicado em 08/10/2018 às 18:27

    O projeto de extensão EXTRA [CINE], núcleo focado na produção de making ofs de projetos artísticos, culturais e acadêmicos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), exibirá seus primeiros trabalhos durante a 12a Semana de Cinema da UFSC. Entre os seis episódios que serão lançados, estão um making of em parceria com o projeto Rotfather Day, coordenado pela professora Mônica Stein, do Curso de Animação da UFSC, e outro sobre aulas oferecidas por alunos indígenas da UFSC frente ao corte de bolsas. A estreia do projeto, marcada para esta segunda-feira, 8 de outubro, foi alterada, devido à chuva, para esta terça, 9, às 19h, em frente ao laguinho da UFSC (ao lado do centro de eventos).

    O projeto EXTRA [CINE] foi desenvolvido desde abril deste ano sob a coordenação da professora Patrícia Iuva, do Curso de Cinema da UFSC. Ela conta que a ideia surgiu a partir de uma demanda que observou: “Percebi que nos projetos desenvolvidos dentro do curso de cinema, muitas vezes os alunos assumem mais de uma função, o que impossibilita ter alguém disponível para realizar trailers ou making ofs”. A professora explica que, além de oferecer o serviço de making of, o EXTRA [CINE] tem como objetivo dar visibilidade às produções realizadas no curso, de modo a valorizá-las, e informar pessoas interessadas sobre o funcionamento de um curso de cinema.

    Patrícia Iuva explica que os episódios de making of contém até 10 minutos, por assumirem uma estética que dialoga com vídeos da internet. A produção dos episódios tem início com a captação de imagens – dos sets de gravação ou de entrevistas -, feitas por um bolsista, com apoio do Laboratório de Cinematografia do Curso de Cinema (LabCine). A coordenadora do projeto orienta a edição do material, que depois é postado no canal do Curso de Cinema da UFSC. O acesso aos vídeos no canal será liberado após a estreia do projeto, nesta segunda-feira.

    No próximo ano, o projeto tem intenção de abrir chamada para a participação de voluntários. “Na situação atual, não conseguimos dar conta de tudo que acontece dentro do (curso de) cinema”, diz a professora.  Patrícia Iuva destaca a importância de se garantir uma maior visibilidade das ações desenvolvidas dentro da Universidade, “de modo a reverberar na valorização das práticas da universidade pública e de qualidade, que prima pela diversidade e pelas expressões artísticas e culturais”.

     

    Maria Clara Flores / Estagiária de Jornalismo na Agecom / UFSC

    *Foto: Lucas Tirelli e Victor Toth / Divulgação


  • Mobile Film Festival 14a edição

    Publicado em 04/10/2018 às 18:50

    Inscrições do festival abertas até o 11 de outubro.
    O Mobile Film Festival é um festival internacional online de curtas-metragens de 1 minuto, realizados com um smartphone ou um tablet.

    Esta 14a. edição especial em colaboração com as Nações Unidas, YouTube Creators for Change e a União europeia no cuadro das celebrações dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Por isso, além das regras habituais, « 1 móvil, 1 minuto, 1 filme », soma-se um tema : « Stand Up For Human Rights », o slogan oficial da campanha da ONU.

    Faz 14 anos que o Mobile Film Festival descobre e apoia jovens cineastas, particularmente graças a :
    – 3 bolsas de 20 000€ dadas por YouTube Creators for Change e a União europeia para rodar um filme em 1 ano com um produtor e meios profissionais
    – 2 bolsas de 3 000€ para escrever um filme, dadas por o CNC (Instituto francês de cinema)

    O festival é online, gratuito e permite a jovens com talento mostrar seu trabalho ao mundo inteiro : o ano passado, os filmes do festival foram vistos 17 000 000 de vezes em 1 mês e foram presentadas a um público composto de produtores, agentes artísticos e profissionais da corta-metragem.

    Links dos nossos trailers:

    Mais informações:

    assistant@mobilefilmfestival.com / +33 (0)140098965

    Mobile Film Festival
    https://www.mobilefilmfestival.com/


  • Cineclube Sessão de Arte exibe filme ‘Festim Diabólico’ – AMANHÃ 02 de outubro

    Publicado em 01/10/2018 às 12:30

    O projeto ‘Cineclube Sessão de Arte à Tarde’ exibe, no dia 02 de outubro , às 14:30, no bloco D do Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina (CCE/UFSC), o filme ‘Festim Diabólico’, de Alfred Hitchcock. Este projeto é promovido pela Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (Secarte), com apoio do Laboratório de Estudos de Cinema (LEC), e coordenado pelo professor Luiz Fernando Pereira, do Departamento de Artes do CCE.

    Sobre o filme

    Pouco antes de uma festa de jantar, Philip Morgan e Brandon Shaw estrangulam um amigo em comum com um pedaço de corda, puramente como exercício de inspiração filosófica. Escondendo o corpo em um baú, o par recebe seus convidados, incluindo a noiva da vítima e o professor universitário, cujas palestras inadvertidamente inspiraram o assassinato.

     


  • EXTRA [CINE] – TEASER

    Publicado em 27/09/2018 às 16:58
    Saiu o teaser do projeto EXTRA [CINE]
    Assista aqui:
    https://www.youtube.com/watch?v=cchSknzdOAw

    “O projeto EXTRA [CINE] consiste na criação de um núcleo de realização audiovisual focado na produção de making ofs de projetos artísticos, culturais e acadêmicos que estão sendo desenvolvidos dentro da UFSC.

    O lançamento oficial com os primeiros 8 episódios ocorrerá na segunda-feira (08/10) durante a XII Semana De Cinema, com exibição na Concha Acústica, próxima ao CCE, e a liberação dos vídeos no canal do Cinema UFSC no Youtube (https://www.youtube.com/channel/UC-LuBiOn89yEGjAZwTZZf3g)

    Para mais informações, entrem em contato conosco através do nosso e-mail: extracineufsc@gmail.com


  • Projeto Cinema Mundo realiza exibição comentada do filme “1984” na quinta-feira (27/09)

    Publicado em 25/09/2018 às 17:38

    O Projeto Cinema Mundo continua sua temática distópica exibindo o filme “1984” (Nineteen Eighty-Four, Reino Unido, 1984), dirigido por Michael Radford e baseado na clássica obra de George Orwell.  A sessão, de entrada franca, acontecerá na próxima quinta-feira (27/09), às 18h30 no Auditório Elke Hering da Biblioteca Universitária da UFSC, e contará com os comentários de José Claudio Morelli Matos e Clélia Mello.

    Sinopse

    Londres, 1984.  O Reino Unido está sob um regime repressivo, controlado com mão de ferro pelo partido. Há em todo lugar telas de TV, que servem como os olhos do governo para saber o que os cidadãos fazem. Winston Smith (John Hurt) vive sozinho e trabalha para um dos departamentos do governo, manipulando informações de forma que as notícias sejam positivas para a população. Até que um dia, ele passa a se interessar por uma colega, Julia (Suzanna Hamilton), que o leva até os arredores da cidade. Eles passam a ter um relacionamento, algo proibido pelo partido, que deseja eliminar a libido na população. Numa sociedade monitorada de perto, não há como escapar do Grande Irmão.

    Sobre os comentaristas:

    José Claudio Morelli Matos

    Doutor em Filosofia pela Universidade de São Paulo, doutorando em Ciência da Informação na Universidade Federal de Santa Catarina e professor adjunto da Universidade do Estado de Santa Catarina, na cadeira de Filosofia da Educação. Tem experiência na área de Teoria do Conhecimento e Ética. Desenvolve projetos de pesquisa sobre a filosofia de John Dewey e já desenvolveu estudos sobre as obras de George Orwell.

    Clélia Maria Lima de Mello e Campigotto

    Possui graduação em História pela Universidade do Vale do Paraíba , mestrado em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas, doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo e pós-doutorado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal de Santa Catarina.


  • Ciclo de Cinema Africano – LEHAf exibe os filmes ‘O Retorno do Aventureiro’ e ‘Shaki’

    Publicado em 25/09/2018 às 16:38

    O Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf) convida para as exibições do média-metragem O retorno de um aventureiro (Níger, 1966), e do curta-metragem Shaki (Níger, 1972), de Moustapha Alassane, que ocorrerão na quarta-feira, dia 26 de setembro, às 19:00, na Sala de Projeção do Curso de Cinema da UFSC, localizada no 1º andar do Bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).

    O evento é aberto à comunidade e após a sessão haverá um debate com o público. Contaremos com a presença do professor Doutor Jair Tadeu da Fonseca, professor do DLLV e PPGLit nas áreas de teoria literária e cinema, que fará comentários sobre o filme. O Ciclo de Cinema tem exibições mensais e segue um roteiro geográfico pelo continente africano. Os filmes de setembro são produções realizadas no Níger.

    O Ciclo de Cinema Africano do LEHAf faz parte do projeto de extensão “Imagens e Sons da África”, tem o apoio da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (SeCArte), do Laboratório de Estudos de Cinema (LEC), do Curso de Cinema, e visa a difusão e discussão da cinematografia africana e de produções cinematográficas focadas na África ou em temáticas afins.

    Para mais informações acesse: lehaf.paginas.ufsc.br ou facebook.com/lehafufsc

     

    O RETORNO DE UM AVENTUREIRO [1966]

    (Le retour d’un aventurier)

    Duração: 33 min.

    Idiomas: Hauçá / Francês

    Direção: Moustapha Alassane

    Sinopse: Uma sátira aos filmes de cowboys norte-americanos é o plano de ação que leva o diretor Moustapha Alassane a questionar a África e o mundo ocidental.

    SHAKI [1972]

    (Shaki)

    Duração: 24 min.

    Idioma: Francês

    Direção: Moustapha Alassane

    Sinopse: Na aldeia Shaki, um novo rei, Abimbola, é coroado. Shaki documenta a ascensão de um rei Yorubá e a mistura sincrética de costumes e crenças tradicionais com  o islamismo e com o protestantismo.

     

     


  • Cineclube Sessão de Arte exibe filme ‘Os Palhaços’ – AMANHÃ 18 de setembro

    Publicado em 17/09/2018 às 12:34

    O projeto ‘Cineclube Sessão de Arte à Tarde’ exibe, no dia 18 de setembro, às 14:30, no bloco D do Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina (CCE/UFSC), o filme ‘Os Palhaços’, de Federico Fellini. Este projeto é promovido pela Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (Secarte), com apoio do Laboratório de Estudos de Cinema (LEC), e coordenado pelo professor Luiz Fernando Pereira, do Departamento de Artes do CCE.

     Sobre o filme

    O alter ego de Fellini neste filme é um garoto que vai ao circo pela primeira vez. Enquanto os palhaços fazem suas brincadeiras, Fellini aproveita para criticar os próprios críticos do cinema, através do personagem de um jornalista que fica perguntando ” o que isso significa?”. O filme sustenta sua exuberância na total falta de seriedade, incluindo o próprio Fellini, no papel de diretor pretensioso que, com sua equipe, tenta fazer um documentário com os grandes circos e seus palhaços.