Curso de Graduação em Cinema
  • Projeto Cinema Mundo realiza exibição comentada do filme “Valsa com Bashir” na quinta-feira (18/04)

    Publicado em 17/04/2019 às 11:27

    Dando seguimento à temática animação, o Projeto Cinema Mundo exibe na próxima quinta-feira, 18/04, às 18h30, no Auditório Elke Hering da Biblioteca Universitária, o filme Valsa com Bashir, dirigido por Ari Folman. A sessão tem entrada franca e contará com os comentários de Marcelo Labes e Patrícia Galelli.

    Sinopse

    Aos 19 anos, o israelense Ari Folman serviu como soldado. Quando mais velho, já não se lembrava do conflito bélico no qual esteve envolvido, tampouco das ações praticadas lá. Depois de um encontro com um amigo, veterano da mesma guerra, Ari busca reconstituir a memória esquecida em meio aos sonhos recorrentes sobre o passado. Audacioso e original, “Valsa com Bashir” é um documentário animado, construído do ponto de vista dos soldados para nos colocar frente à dor e ao sofrimento da guerra. Por meio de depoimentos reais, o personagem-diretor constrói uma versão da história vivida, mas da qual não se sente parte, permitindo-lhe descobrir coisas sobre si mesmo das quais não gostaria de recordar.

    Sobre os comentaristas

    Marcelo Labes

    Nasceu em Blumenau/SC, em 1984, e hoje reside na capital do estado. É autor de “Falações” [EdiFurb, 2008], “Porque Sim Não é Resposta” [Antítese, Hemisfério Sul, 2015], “O Filho da Empregada” [Antítese, Hemisfério Sul, 2016], “Trapaça” [Oito e Meio, 2016], “Enclave” [Patuá, 2018], “O Poeta Periférico [Edição do autor, 2018] e Paraízo-Paraguay [Caiaponte Edições, 2019o]. Integrou a mostra Poesia Agora (edição carioca), em 2017. Tem poemas publicados em InComunidade, Mallarmagens, Literatura & Fechadura, Livre Opinião – Ideias em Debate, Ruído Manifesto, Enfermaria 6, Revista Lavoura e Revista Vício Velho. Edita a revista eletrônica O Poema do Poeta, onde publica originais manuscritos, esboços e rabiscos de poetas e ficcionistas. É editor na Caiaponte Edições.

    Patrícia Galelli

    É escritora, artista, jornalista e produtora cultural. Mestre em Artes Visuais (Processos Artísticos Contemporâneos) pela Udesc. Publicou os livros “Carne Falsa” (Editora da Casa, 2013), “Cabeça de José” (Editora Nave, 2014 / Prêmio Elisabete Anderle de Incentivo à Cultura da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), “Gávea” (selo Formas Breves/e-galáxia, 2014) e o livro de artista “Um Bicho Que” (Miríade Edições), com primeira edição em 2015 e segunda edição em 2016. Investiga os processos de escrita e suas articulações com a arte contemporânea.

     


  • Ciclo de Cinema Africano – LEHAf exibe os filmes ‘O Presidente’

    Publicado em 16/04/2019 às 18:21

    O Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf) convida para a exibição do filme Le président (Camarões, 2013), de Jean-Pierre Bekolo, que ocorrerá na quarta-feira, dia 17 de abril, às 19:00, na Sala de Projeção do Curso de Cinema da UFSC, localizada no 1º andar do Bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).

    O evento é aberto à comunidade e após a sessão haverá um debate com o público. Contaremos com a presença da professora Doutora Aglair Bernardo, que leciona no curso de Cinema da UFSC e que fará comentários e considerações sobre o filme. O Ciclo de Cinema tem exibições mensais e segue um roteiro geográfico pelo continente africano. O filme de abril é uma produção realizada no Camarões.

    O Ciclo de Cinema Africano do LEHAf faz parte do projeto de extensão “Imagens e Sons da África”, tem o apoio da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (SeCArte), do Laboratório de Estudos de Cinema (LEC), do Curso de Cinema, e visa a difusão e discussão da cinematografia africana e de produções cinematográficas focadas na África ou em temáticas afins.

    Para mais informações acesse: lehaf.paginas.ufsc.br ou facebook.com/lehafufsc

     

    O PRESIDENTE [2013]

    (Le président)

    Duração: 66min.

    Idioma: Francês

    Direção: Jean-Pierre Bekolo

    Sinopse: Inspirado na figura do presidente camaronês Paul Biya, no poder há quase 40 anos, este “falso-documentário” é uma alegoria sobre os homens que dirigem a África. O filme foi banido pelos governantes do seu país de origem.


  • Cineclubes

    Publicado em 12/04/2019 às 16:38

    Essa semana o jornal  Notícias do Dia no nd+ publicou matéria sobre os cineclubes da cidade de Florianópolis com destaque para os nossos Cineclube Rogério Sganzerla, Projeto Cinema Mundo/UFSC e Cine Paredão. Parabéns a todas e todos que os fazem acontecer! A matéria está disponível neste link.

    Segue a programação dos cineclubes para as próxima semanas:

    Cinema Mundo

    Dando seguimento à temática animação, o Projeto Cinema Mundo exibe na próxima quinta-feira, 18/04, às 18h30, no Auditório Elke Hering da Biblioteca Universitária, o filme Valsa com Bashir, dirigido por Ari Folman. A sessão tem entrada franca e contará com os comentários de Marcelo Labes e Patrícia Galelli.

    Sinopse

    Aos 19 anos, o israelense Ari Folman serviu como soldado. Quando mais velho, já não se lembrava do conflito bélico no qual esteve envolvido, tampouco das ações praticadas lá. Depois de um encontro com um amigo, veterano da mesma guerra, Ari busca reconstituir a memória esquecida em meio aos sonhos recorrentes sobre o passado. Audacioso e original, “Valsa com Bashir” é um documentário animado, construído do ponto de vista dos soldados para nos colocar frente à dor e ao sofrimento da guerra. Por meio de depoimentos reais, o personagem-diretor constrói uma versão da história vivida, mas da qual não se sente parte, permitindo-lhe descobrir coisas sobre si mesmo das quais não gostaria de recordar.

    Sobre os comentaristas

    Marcelo Labes

    Nasceu em Blumenau/SC, em 1984, e hoje reside na capital do estado. É autor de “Falações” [EdiFurb, 2008], “Porque Sim Não é Resposta” [Antítese, Hemisfério Sul, 2015], “O Filho da Empregada” [Antítese, Hemisfério Sul, 2016], “Trapaça” [Oito e Meio, 2016], “Enclave” [Patuá, 2018], “O Poeta Periférico [Edição do autor, 2018] e Paraízo-Paraguay [Caiaponte Edições, 2019o]. Integrou a mostra Poesia Agora (edição carioca), em 2017. Tem poemas publicados em InComunidade, Mallarmagens, Literatura & Fechadura, Livre Opinião – Ideias em Debate, Ruído Manifesto, Enfermaria 6, Revista Lavoura e Revista Vício Velho. Edita a revista eletrônica O Poema do Poeta, onde publica originais manuscritos, esboços e rabiscos de poetas e ficcionistas. É editor na Caiaponte Edições.

    Patrícia Galelli

    É escritora, artista, jornalista e produtora cultural. Mestre em Artes Visuais (Processos Artísticos Contemporâneos) pela Udesc. Publicou os livros “Carne Falsa” (Editora da Casa, 2013), “Cabeça de José” (Editora Nave, 2014 / Prêmio Elisabete Anderle de Incentivo à Cultura da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), “Gávea” (selo Formas Breves/e-galáxia, 2014) e o livro de artista “Um Bicho Que” (Miríade Edições), com primeira edição em 2015 e segunda edição em 2016. Investiga os processos de escrita e suas articulações com a arte contemporânea.

     

    Cine Paredão

    Hoje 12 de abril:

    O BATEDOR DE CARTEIRAS

    Michel é libertado da prisão depois de cumprir uma sentença por roubo. Sua mãe morre e ele recorre ao furto como meio de sobrevivência.

    Direção: Robert Bresson
    Roteiro: Robert Bresson
    Elenco: Martin LaSalle, Marika Green, Jean Pélégri
    Ano: 1959
    Duração: 1h16

    Local: Bosque do CFH
    Data: Sexta-feira – 12/04
    Horário: 20h

    A imagem pode conter: 1 pessoa, texto

    Dia 26 de abril, sexta-feira:

    IDA

    Às vésperas de assumir seus votos como freira, Anna descobre revelações impressionantes de seu passado, atado à Polônia nos anos de dominação nazista.

    Direção: Pawel Pawlikowski
    Roteiro: Rebecca Lenkiewicz e Pawel Pawlikowski
    Elenco: Agata Kulesza, Agata Trzebuchowska, Dawid Ogrodnik
    Ano: 2014
    Duração: 1h22

    Local: Bosque do CFH
    Data: Sexta-feira – 26/04
    Horário: 20h

     

    Cineclube Rogério Sganzerla

    A LUZ

    Dotado de poderes mágicos, o jovem Niankoro (Issiaka Kane) parte com o objetivo de descobrir os mistérios da natureza. Com a ajuda da mãe (Soumba Traore) e do tio (Ismaila Sarr) ele terá de lutar contra o pai Soma (Niamanto Sanogo), um poderoso feiticeiro que pretende matá-lo.

    Local: Sala de Projeção do curso de Cinema, 1º andar do Bloco D do CCE
    Data: Terça-feira 16/abril
    Horário: 19h

    Iniciamos a mostra Cinema Africano com essa obra excepcional de Souleymane Cissé.

    Sobre Cissé
    Integrante de uma primeira geração de cineastas africanos, Cissé estudou cinema em Moscou. Na década de 1970, retornou ao Mali e começou a filmar seus primeiros trabalhos. O cineasta visava criar um repertório de imagens e histórias que se contrapusessem aos estereótipos negativos sobre sua cultura produzidos ao longo da dominação colonial. Segundo Janaína Oliveira, a obra de Cissé está associada às diretrizes que caracterizam as primeiras décadas do cinema do continente: “Um cinema feito por africanos, com temas africanos, para um público africano”.

    Sobre a obra
    “Yeelen – A luz (1987). Primeiro filme africano a receber o Grande Prêmio do Júri no festival de Cannes, o longa-metragem é centrado no universo dos rituais Komo, pertencentes a um código cultural específico da cultura maliana. O filme inaugura um novo estilo narrativo presente nas obras da segunda geração de cineastas africanos, como os burquinenses Gaston Kaboré e Idrissa Ouédraogo. “É por isso que acompanhar o desenvolvimento do trabalho de Souleymane Cissé é, também, uma oportunidade singular de viajar através da história e perceber as transformações que marcaram parte fundamental da trajetória das cinematografias africanas””.

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  • Grupo de Estudos: ESTUDOS DE TELEVISÃO

    Publicado em 12/04/2019 às 11:15

    Primeiro Encontro do Grupo de Estudos: ESTUDOS DE TELEVISÃO

    Neste primeiro encontro, será discutida a periodicidade e o escopo do grupo, bem como leituras teóricas e obras audiovisuais a serem abordadas. Além disso, serão estabelecidas as formas de contato e de troca de informações.

    Todos os interessados em estudar narrativas seriadas e outras obras televisivas, ou que gostariam de obter instrução geral nas abordagens dos Estudos Culturais serão bem-vindos.

    Dia: 15 de abril de 2019

    Horário: 18h30 – 20h00

    Local: Em frente à Sala Drummond, CCE, Bloco B, Térreo

    Organização e contato: Prof. Dr. André Carvalho (PPGI/UFSC) (carvalhoandre@outlook.com)

    Facebook: https://www.facebook.com/groups/estudosdetelevisaonaufsc/

     


  • Professor Márcio Markendorf estreia ficção literária

    Publicado em 29/03/2019 às 14:50

    Marcio Markendorf, professor do curso de Cinema da UFSC, lança no dia 4 de abril, quinta-feira, a partir das 19 horas, na Fundação Cultural Badesc, sua primeira obra literária, a novela “Soy loca, Lorca, feito um chien no chão”.

    O evento é gratuito e aberto ao público. Às 20 horas, no espaço do lançamento, haverá uma pequena performance a partir de trechos da obra com a atriz Marina Bento.

    Sobre a obra

    A novela foca uma personagem em diálogo com o poeta espanhol Federico García Lorca, por quem está apaixonada. Encarcerada em local ignorado, sem razão aparente, a personagem pressupõe que o cárcere pode ter sido motivado por sua loucura passional. Se o amor é sair de si, essa narradora colocou-se corpo afora – eis uma conclusão possível. Oscilando entre o delírio e a lucidez, baralhando a confissão e a ficção, a personagem escrutina os fragmentos do próprio passado afetivo, não sem atingir um ponto de virada alquímico e irreversível.

    Conficcional é o adjetivo que Marcio Markendorf tomou de empréstimo para caracterizar seu primeiro trabalho. Foi o poeta e tradutor Rodrigo Garcia Lopes, referindo-se à obra de Sylvia Plath, um dos primeiros a usar o termo conficção – algo que pode ser entendido como um flerte ficcional com a confissão ou como um misto de confissão e ficção.

    Assinam as orelhas do livro o escritor catarinense Carlos Henrique Schroeder e a professora titular de Literatura Brasileira Tânia Regina de Oliveira Ramos. O prefácio é por conta da escritora, tradutora e ensaísta Dirce Waltrick do Amarante. O posfácio, assinado pelo poeta carioca Gabriel Resende Santos.

    “[O livro é] Um poema épico, uma narrativa vertigem, onde o feminino conta um amor que nunca viu, domesticando onze mil nomes, paixões, chien e a intimidade”, Tânia Ramos

    “Esta novela de Marcio Markendorf é o fiel retrato de um tempo, que bem pode ser o de agora, ou o de Lorca, ou da imagem do amor, que atravessa a vida de cada humano uma ou mais vezes na nossa existência estilhaçada”, Carlos Henrique Schroeder

    “Soy loca, Lorca, feito um chien no chão é um delírio, uma espécie de carta-confissão ou “conficção”, como Markendorf se refere à sua obra, de uma personagem que se diz apaixonada pelo poeta e dramaturgo espanhol Federico García Lorca”, Dirce Waltrick Do Amarante

    “Mesmo em seus momentos mais digressivos, quando suas reflexões parecem interligadas de maneira cada vez mais vaga, é curioso que a narradora esteja cristalinamente apontando sempre a mesma direção: o cerne inatingível das impossibilidades”, Gabriel Resende Santos

    Sobre o autor

    Formado em Letras, com doutorado em Teoria da Literatura, Marcio Markendorf atua como professor no curso de Cinema e no Programa de Pós-graduação em Literatura da Universidade Federal de Santa Catarina.

    Mantém desde 2005 o blog Incorrespondencias, projeto literário epistolar inspirado em Ana Cristina Cesar. Também tem desenvolvido o projeto de microliteratura no Instagram, em parceria com o escritor Adriano Salvi, trabalho que está entre os contemplados com o edital da Fundação Cultural de Balneário Camboriú.

    Possui contos publicados nas seguintes coletâneas: “, só muda a roupa”, volume organizado por Manoel Ricardo de Lima, 2010; “Todos os livros do mundo”, organizado por Tabajara Ruas e Rozi Osterreich, 2009; e “Decálogo”, organizado por Carlos Henrique Schroeder, 2008 – todas as três publicações do SESC/Florianópolis.

    Tem uma contribuição narrativa no livro “Fabulações reminiscentes”, da artista plástica Juliana Crispe, publicado pela Cultura e Barbárie em 2015.

    Com Andréa Figueiredo Leão Grants e Roberta Moraes Bem, organizou a coletânea “Entre estantes e entre tantos: histórias inusitadas na biblioteca”, de 2017, publicação com selo Publicações UFSC. O livro conta com dois contos de sua autoria.

    Serviço

    O quê: lançamento do livro “Soy loca, Lorca, feito um chien no chão”, de Marcio Markendorf
    Quando: 4 de abril, a partir das 19 horas
    Onde: Fundação Cultural Badesc

     

    Fonte: post publicado em Notícias UFSC


  • Televisão levada a série: abordagens dos estudos culturais a narrativas seriadas

    Publicado em 28/03/2019 às 10:13

    Ministrante: Prof. Dr. André Carvalho (PPGI/UFSC)

    Data: 01 de Abril de 2019
    Sala: Sala Drummond, Térreo, Bloco B/CCE
    Horário: 18h30

    Resumo: A palestra examinará as narrativas seriadas televisivas e as diferentes abordagens críticas dos Estudos Culturais britânicos, australianos e estadunidenses. Por meio de exemplos de programas de televisão que foram ao ar desde os anos 1960, acompanharemos momentos decisivos nas transformações estéticas da ficção seriada, bem como seus contextos históricos e institucionais. Os exemplos ajudarão a discutir a evolução dos Estudos Culturais e seus métodos, da sua formação inicial no Reino Unido às diferentes especialidades dos Estudos de Televisão na Austrália e nos Estados Unidos. A palestra se dirige aos interessados na pesquisa acadêmica da ficção televisiva, mas pretende também oferecer uma visão geral da área maior dos Estudos Culturais. Serão abordados temas como a relação da comunicação de massa com as mudanças na esfera público/privada, a disputa em torno das concepções de Indústria Cultural, e a ambição da ficção televisiva de mediar questões de classe, raça e gênero ao longo das últimas décadas.

     


  • Assimetria – Festival Universitário de Cinema e Audiovisual

    Publicado em 28/03/2019 às 10:04

    O Assimetria – Festival Universitário de Cinema e Audiovisual, iniciativa que tem como objetivo difundir o curta-metragem universitário e promover a reflexão sobre a produção cinematográfica dos estudantes de graduação e pós-graduação, está com inscrições abertas até as 23h59min do dia 31 de março. Essa edição abrangerá filmes de até 25 minutos realizados em Instituições de Ensino Superior (IES) da região Sul do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.

    O festival, as sessões dos filmes selecionados e a premiação ocorrerão entre os dias 27 e 29 de maio no Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/CIC). Haverá mostra on-line nos mesmos dias e horários na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul. Poderão concorrer curtas-metragens universitários nas categorias de ficção, documentário e experimental, realizados por estudantes de graduação e pós-graduação vinculados a uma IES. As equipes devem ser compostas por pelo menos um estudante universitário e/ou egresso que assine uma das principais funções da obra.

    Esta é a segunda edição do festival Assimetria, projeto de extensão do Centro de Artes e Letras (CAL) da UFSM, em conjunto com a TV Ovo e o Cineclube Boca do Monte, e conta com a parceria de professores do curso de Cinema do Departamento de Artes (ART) da UFSC, em conjunto com o Cine Paredão, Cineclube Rogério Sganzerla e Cinema Mundo.

    Confira abaixo o cronograma do festival:
    ● 6 a 31 de março 2019 – Inscrições on-line;
    ● 27 de abril 2019 – Divulgação da seleção;
    ● 6 de maio 2019 – Data limite para envio dos links dos curtas selecionados;
    ● 10 de maio 2019 – Programação completa.

    Consulte o regulamento do evento e se inscreva acessando este link.

    Mais informações pela página oficial no Facebook e pelo e-mail assimetriacine@gmail.com

    Fonte: Notícias UFSC


  • Ciclo de Cinema Africano – LEHAf exibe o filme ‘Nosso pai’

    Publicado em 22/03/2019 às 12:16

    O Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf) convida para a exibição do do filme Abouna (Chade, 2002), de Mahamat-Saleh Haroun, que ocorrerá na segunda-feira, dia 25 de março, às 19:00, na Sala de Projeção do Curso de Cinema da UFSC, localizada no 1º andar do Bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).

    O evento é gratuito, aberto à comunidade e após a sessão haverá um debate com o público. O Ciclo de Cinema tem exibições mensais e segue um roteiro geográfico pelo continente africano. O filme de março é uma produção realizada no Chade.

    O Ciclo de Cinema Africano do LEHAf faz parte do projeto de extensão “Imagens e Sons da África”, tem o apoio da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (SeCArte), do Laboratório de Estudos de Cinema (LEC), do Curso de Cinema, e visa a difusão e discussão da cinematografia africana e de produções cinematográficas focadas na África ou em temáticas afins.

    Para mais informações acesse: lehaf.paginas.ufsc.br ou facebook.com/lehafufsc

     

    NOSSO PAI [2002]

    (Abouna)

    Duração: 81min.

    Idioma: Francês e Árabe

    Direção: Mahamat-Saleh Haroun

    Sinopse: A vida de dois irmãos, Tahir (15) e Amine (8), fica triste quando eles acordam num sábado e descobrem que seu pai deixou a família. Amine é brincalhão e asmático, Tahir é quieto e protetor do irmão mais novo. Os garotos procuram pelo pai em N’Djamena, capital do Chade.


  • Cinema Mundo – 21 de março

    Publicado em 21/03/2019 às 18:15

    Neste primeiro semestre de 2019, animações serão o destaque do Projeto Cinema Mundo. A sessão de estreia será a exibição comentada de “Ilha dos Cachorros”, do diretor Wes Anderson, vencedor do Urso de Prata de melhor diretor e do Satellite Award de melhor filme de animação.

    Com entrada franca, a exibição acontece dia 21 de março, quinta-feira, às 18h30 no Auditório Elke Hering da Biblioteca Universitária, e contará com os comentários de Fernanda Müller e Juan Pablo Fabera.

    Sinopse

    Na cidade fictícia de Megasaki, 20 anos no futuro, o prefeito (não tão fictício) Kobayashi, que pertence a um clã de adoradores de gatos, finalmente encontra um pretexto para se livrar de todos os cães; um vírus, que poderia estar prestes a cruzar a barreira entre espécies. Ele ordena que os animais, todos supostamente contaminados, sejam exilados em uma ilha, uma espécie de campo de concentração. Acompanhamos então a saga de Atari, neto do prefeito, que parte para a ilha para resgatar seu amigo Spots.

    Sobre os comentaristas

    Fernanda Müller
    Possui licenciatura em Letras (UFMS), é doutora e mestre em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina. É professora do Colégio de Aplicação da UFSC, atuando em projetos de ensino, pesquisa e extensão, com ênfase nos campos de Ensino e Crítica Cultural.

    Juan Pablo Fabera
    Juan Pablo Fabera é um refugiado da poluição de São Paulo, onde estudou publicidade, faculdade e na qual aprendeu quase tudo sobre o que não se deve fazer em sua vida. Perambula por diversos grupos sociais buscando algum sentido nessa vida. Questões sobre raça, gênero, capital e espécie fazem parte de seu dia a dia, naturalmente atraindo uma grande rede de amigues em mútua cooperação. Pela última década anda tentando organizar alguns encontros e eventos sociais aqui no Terceiro Mundo.

     


  • Matrícula em Disciplina Isolada e Aluno Ouvinte

    Publicado em 20/03/2019 às 18:27

    A matrícula em disciplina nas modalidades isolada e/ou  ouvinte é disponibilizada para a comunidade, em data definida no calendário acadêmico, quando existirem vagas em disciplinas não ocupadas pelos graduandos dos cursos de graduação da UFSC. A oferta de disciplinas isoladas está regulada pela Resolução nº 17/CUN.

    Neste semestre a solicitação de matrícula será nos dias 21 e 22 de março pelo site disciplinaisolada.ufsc.br  nas seguintes disciplinas do curso de cinema:

    ART5014 Estudos Culturais

    ART5028 Tópicos Especiais de Cinema II Trilha Sonora

    ART5029 Tópicos Especiais de Cinema III

    ART5313 Som II

    ART5314  Gêneros Cinematográficos

    ART5511 Direção Cinematográfico I

    ART5512  Teoria Cinema II

    ART5514 Roteirização II

    ART5711 Técnicas de Projetos

     

    O deferimento da matrícula está sujeito a número de vagas e dependerá da entrega no Departamento de Artes (sala 512, bloco D do CCE) ATÉ DIA 25/março, para análise:

    1) Da cópia e original do certificado de  conclusão do 2ºGrau: documento exigido em casos de pedidos de matrícula somente em disciplinas sem pré-requisito para comprovação de escolaridade;

    2) Do histórico escolar do ensino superior: documento exigido em casos de pedidos de matrícula em disciplinas com pré-requisito. Com a apresentação do histórico, não é necessário a entrega do comprovante de 2º grau.

    3) Da cópia das ementas e/ou programas das disciplinas cursadas na instituição de origem, quando a disciplina solicitada exigir pré-requisitos.

    4) Da cópia da ficha de inscrição na internet. Esta deverá ser impressa logo após a inscrição, pois quando do término do prazo da inscrição o Sistema de Controle Acadêmico da Graduação (CAGR) não disponibiliza mais este recurso.

    5) Da justificativa para o pedido da(s) disciplina(s).