Curso de Acessibilidade na Indústria Audiovisual – Início adiado

04/09/2018 16:37

Informamos que o início das aulas do curso de acessibilidade foi adiado para o dia 12 de setembro, quarta-feira da semana que vem.

As aulas serão no Laboratório de Estudos de Cinema (LEC), sala 211 do bloco D do CCE.

As inscrições são feitas no link: https://fap6.fapeu.org.br/scripts/fapeufap.pl/swfwfap457. O investimento é de 155 reais.

Serão reservadas algumas vagas gratuitas para alunos de Cinema, Libras e Artes Cênicas, que poderão se inscrever nesse link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfce7tseaNHRTz754nscxowVNn2DSjDFAtPsxxTTmSm-3-ZHg/viewform?usp=sf_link.

Mais informações no link: http://cinema.ufsc.br/2018/08/31/curso-de-acessibilidade-da-industria-audiovisual-inscricoes-prorrogadas/

 

 

Curso de Acessibilidade na Indústria Audiovisual – Inscrições prorrogadas

31/08/2018 11:54

As aulas serão ministradas pelo professor Chico Faganello  e iniciarão no dia 05 de setembro, próxima quarta-feira.

Serão 12 encontros, todas as quartas das 18h30 às 22h no Laboratório de Estudos de Cinema – LEC (sala 211 do bloco D do CCE).

As inscrições são feitas no link: https://fap6.fapeu.org.br/scripts/fapeufap.pl/swfwfap457. O investimento é de 155 reais.

Serão reservadas algumas vagas gratuitas para alunos de Cinema, Libras e Artes Cênicas, que poderão se inscrever nesse link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfce7tseaNHRTz754nscxowVNn2DSjDFAtPsxxTTmSm-3-ZHg/viewform?usp=sf_link.

Ementa : Dominar os processos e as tecnologias para cumprir a legislação sobre acessibilidade e ampliar o público de filmes e séries. Como inserir Libras – Língua Brasileira de Sinais -, Audiodescrição e Legendas na cadeia produtiva do audiovisual.
Objetivo : • Refletir sobre mercado consumidor e público-alvo dos produtos audiovisuais • Estudar a história da acessibilidade na indústria audiovisual • Discutir estratégicas e planejamento para empresas e profissionais •Questionar as tecnologias e processos de acessibilidade atuais • Praticar a acessibilidade no audiovisual com vistas à insere-la na rotina do ambiente acadêmico, sobretudo nos TCC’s.

Conteúdo programático : 1. Introdução à acessibilidade 2. Acessibilidade no audiovisual 3. Recursos de acessibilidade 4. A cadeia produtiva de acessibilidade no audiovisual 5. Etapas de produção e infraestrutura necessária 6. Legendas e LSE: especificidades e fluxo de trabalho para todas as mídias. 7. Libras – especificidade e fluxo de trabalho para
todas as mídias. 8. Audiodescrição: especificidades e fluxo de trabalho para todas as mídias 9. Recursos tecnológicos para exibição. 10. Estratégias de venda de produtos. 11.
O quê muda nas empresas e nos profissionais. 12. Como preparar-se para o futuro da acessibilidade no audiovisual.

BIBLIOGRAFIA :

Bahiense Naves, Mauch Carla, Ferreira Alves Soraya, Santiago Araújo, Cera Lúcia. Org. Guia para produções audiovisuais acessíveis. Ministério da Cultura, 2017.

Gesser, Audrei – LIBRAS?: Que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. Parábola Editorial, 2009.

Mello Motta, Livia Maria de Mello e Audiodescrição e Romeu Filho, Paulo, Org. -Audiodescrição – Transformando Imagens em Palavras. São Paulo : Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo, 2010.

Chico Faganello é produtor, roteirista e diretor cinematográfico. Entre seus principais trabalhos estão o longa-metragem Oração do Amor Selvagem e a série de Tv Fanáticas. Jornalista com doutorado em literatura e especialização em cinema na Itália e Estados Unidos, foi professor na Ufsc, Unisul, Cesusc e UnoChapecó. É sócio diretor da Filmes Que Voam, empresa pioneira na prestação de serviços de acessibilidade para a indústria audiovisual no Brasil.

Cineclube Sessão de Arte apresenta “Moulin Rouge”

28/08/2018 12:03

Hoje, dia 28 de agosto, às 14h30 o Cineclube Sessão de Arte apresenta ‘Moulin Rouge’ na Sala de Projeção (1 andar do bloco D co CCE).

Sinopse: Christian (Ewan McGregor) é um jovem escritor que possui um dom para a poesia e que enfrenta seu pai para poder se mudar para o bairro boêmio de Montmartre, em Paris. Lá ele recebe o apoio de Henri de Toulouse-Latrec (John Leguizamo), que o ajuda a participar da vida social e cultural do local, que gira em torno do Moulin Rouge, uma boate que possui um mundo próprio de sexo, drogas, adrenalina e Can-Can. Ao visitar o local, Christian logo se apaixona por Satine (Nicole Kidman), a mais bela cortesã de Paris e estrela maior do Moulin Rouge.

 

Ciclo de Cinema Africano – LEHAf exibe o filme ‘Baara’

21/08/2018 14:10

O Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf) convida para a exibição do filme Baara (Mali, 1978), de Souleymane Cissé, que ocorrerá na terça-feira dia 21 de agosto às 19:00 na Sala de Projeção do Curso de Cinema da UFSC, localizada no primeiro andar do Bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).

O evento é aberto à comunidade e após a sessão haverá um debate com o público, mediado pelo coordenador do LEHAf, o professor Doutor Sílvio Marcus de Souza Correa. O Ciclo de Cinema tem exibições mensais e segue um roteiro geográfico pelo continente africano. O filme de agosto é uma produção do Mali.

O Ciclo de Cinema Africano do LEHAf faz parte do projeto de extensão “Imagens e Sons da África”, tem o apoio da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (SeCArte), do Laboratório de Estudos de Cinema (LEC), do Curso de Cinema, e visa a difusão e discussão da cinematografia africana e de produções cinematográficas focadas na África ou em temáticas afins.

Para mais informações acesse: lehaf.paginas.ufsc.br ou facebook.com/lehafufsc

 

BAARA [1978]

Duração: 90 min.

Idioma: Bambara

Direção: Souleymane Cissé

Sinopse: Um jovem proveniente do campo trabalha como baara, carregador de bagagens em Bamako, capital do Mali. Um dia, faz amizade com um jovem engenheiro, que passa a ajudá-lo. O engenheiro, que estudou na Europa, é cheio de ideias liberais. Primeiro longa-metragem realizado no Mali.

Premiações: Melhor Fotografia no Festival de Locarno em 1978 e Étalon de Yennega, grande prêmio do Fespaco (Festival Pan-africano de Cinema e TV de Ouagadougou).

 

Exibição de “À Margem da Lei”

13/08/2018 12:37

Teremos a exibição de estreia do documentário À Margem da Lei nessa quarta-feira, dia 15 de agosto, às 19h na Sala de Projeção (1 andar do bloco D do CCE).

Segue a sinopse do filme/projeto:

Este documentário focaliza os impactos ecológicos e sociais (atuais e potenciais) gerados pelo processo de recategorização do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, processo este que está sendo atualmente questionado pelo Ministério Público (Federal e Estadual) do ponto de vista da sua inconstitucionalidade. Como pano de fundo deste resgate figura a imagem de um padrão de ocupação intensiva, desordenada e essencialmente destrutiva da zona costeira catarinense. No roteiro foram incluídos depoimentos de pesquisadores, juristas, gestores, ecologistas, pescadores, agricultores e lideranças comunitárias sensíveis à gravidade deste cenário.
O projeto foi idealizado no âmbito do Observatório do Litoral – uma linha de cooperação técnico-científica envolvendo o Núcleo Transdisciplinar de Meio Ambiente e Desenvolvimento da UFSC (Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política/CFH) e o Ministério Público Federal. Sua implementação foi viabilizada com recursos oriundos do projeto intitulado “Gestão integrada e compartilhada de Ambientes marinho-costeiros: construção de espaços de capacitação para a gestão integrada no litoral centro-sul de Santa Catarina”, desenvolvido no contexto de edital interno da UNESC para apoio aos grupos de pesquisa, e sob coordenação do Laboratório de Gestão Integrada de Ambientes Costeiros da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais /PPGCA). O vídeo deverá subsidiar a realização de atividades de fortalecimento do potencial de controle social de projetos, programas e políticas de desenvolvimento incidentes no litoral do Estado nos próximos tempos.
Os procedimentos de edição foram, em sua maior parte, assumidos pela SEAD – Secretaria de Educação a Distância da UFSC.

 

 

Oficina de Canto e Preparação de Voz com William Guedes Vaz

30/07/2018 16:55

A OFICINA
O Oco – Núcleo de pesquisa em Arte(s) – convida você a participar da oficina de canto e preparação vocal de William Guedes Vaz, que vai acontecer nas tardes de 6 a 10 de Agosto (segunda a sexta), na UFSC – sala 210 BLOCO D do CCE.
William é compositor, regente, professor e preparador vocal premiado, especializado em canto coral para teatro. Entre outros grupos, ele faz parte da Cia do Tijolo, de São Paulo. Vem há vários anos pesquisando a inserção da música na dramaturgia e trabalhando diretamente com cerca de 300 pessoas, principalmente cantoras/es e atrizes/atores. Trabalha também questões relativas a alegados “limites” entre canto e fala, ou entre a emissão comum e a voz colocada.
A oficina será parte da preparação do espetáculo Glorioso Desatino, que o Oco está montando, a partir da autobiografia de Teresa d’Ávila.

Mais informações no link: https://www.facebook.com/events/218700472172366/

Atendimento da Secretaria

20/07/2018 18:07

Informamos que, por motivo de férias, a secretaria do curso de cinema estará fechada na semana do dia 23 a 27 de julho.

Voltamos dia 30 de julho 🙂

Agradecemos a compreensão.

 

Período de Matrículas 2018/2

02/07/2018 18:11

Lembramos que o período de matrícula para o próximo semestre começa amanhã, terça-feira, dia 03 de julho, e encerra no dia 10, próxima terça-feira.

A matrícula é feita online.

Por favor atente às datas para evitar maiores problemas.

Aproveitamos para informar que as disciplinas optativas ofertadas nesse semestre serão:

• Antropologia da Imagem – ART5001 – 6ª 14h20 – prof. Henrique Finco

• Crítica Cinematográfica – ART5004 – 2ª 18h30 – profa. Clelia Campigotto

• Direção de Arte – ART5005 – 4ª 14h20 – prof. Luiz Fernando Pereira

• Trilha Sonora – ART 5009 – 3ª 08h20 – prof. Luiz Felipe Soares

• Práticas de Documentário – ART5021 – 3ª 14h20 – profa. Aglair Bernardo

• Audiovisual e processo educativo –  5ª 14h20- prof. Josias Hack

• Tópicos Especiais de Cinema I –  Laboratório de Youtuber –  ART5027 – 3ª 14h20 – prof. Fabio Salvatti

• Tópicos Especiais de Cinema XII – Imagens da cidade – 3ª 18h30 – profa. Aglair Bernardo

A grade de horários completa pode ser consultada neste link: http://cagr.sistemas.ufsc.br/modules/comunidade/cadastroTurmas/index.xhtml

Ciclo de Cinema Africano – LEHAf exibe o filme ‘A Minha Voz’

02/07/2018 17:28

O Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf) convida para a exibição do filme A minha voz (Guiné-Bissau, 2002), de Flora Gomes, que ocorrerá na terça-feira dia 3 de julho às 19:00 na Sala de Projeção do Curso de Cinema da UFSC, localizada no primeiro andar do Bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).

O evento é aberto à comunidade e após a sessão haverá um debate com o público mediado pelo coordenador do LEHAf, o professor Doutor Sílvio Marcus de Souza Correa. Contaremos com a presença de Nataniel Sanhá, proveniente de Bissau, capital da Guiné-Bissau, que fará comentários sobre o filme e considerações sobre o seu país de origem. O Ciclo de Cinema tem exibições mensais e segue um roteiro geográfico pelo continente africano. O filme de julho é uma produção da Guiné-Bissau.

O Ciclo de Cinema Africano do LEHAf faz parte do projeto de extensão “Imagens e Sons da África”, tem o apoio da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (SeCArte), do Laboratório de Estudos de Cinema (LEC), do Curso de Cinema, e visa a difusão e discussão da cinematografia africana e de produções cinematográficas focadas na África ou em temáticas afins.

Para mais informações acesse: lehaf.paginas.ufsc.br ou facebook.com/lehafufsc

A MINHA VOZ [2002]

(NHA FALA)

Duração: 96 min.

Idioma: Crioulo da Guiné-Bissau

Direção: Flora Gomes

Trilha Sonora: Manu Dibango

Sinopse: Antes de partir para a Europa para estudar, Vita, uma jovem africana, promete à mãe que jamais cantará, pois uma maldição que se abate sobre a sua família determina que qualquer mulher que ouse cantar, morrerá amaldiçoada.

“Em África diz-se que nada funciona. Quis mostrar qualquer coisa que mexesse, a música, e render homenagem a todos os músicos sobretudo a Manu Dibongo. Quis falar de uma África positiva, onde se morre mas também se ri.” Flora Gomes
Festival de Cinema de Veneza – Prêmio Lanterna Mágica